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Jair Renan Bolsonaro não aparece para depor na PF em inquérito sobre suspeita de propina de empresário


Filho de Jair Bolsonaro é suspeito de utilizar sua empresa de eventos para promover articulações entre a Gramazini Granitos e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho


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247 – O filho mais novo de Jair Bolsonaro, Jair Renan, não apareceu para depor nesta sexta-feira, 17, no inquérito que investiga os negócios de sua empresa, segundo o Painel da Folha de S.Paulo. A Polícia Federal apura a relação de uma empresa do filho de Bolsonaro com firmas que têm contratos com o governo federal.

Jair Renan é suspeito de utilizar sua empresa de eventos, a Bolsonaro Jr Eventos e Mídia, para promover articulações, um lobby, entre a Gramazini Granitos e Mármores Thomazini, grupo empresarial que atua nos setores de mineração e construção, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O grupo Gramazini Granitos e Mármores Thomazini tem interesses junto ao governo federal presenteou Jair Renan e o empresário Allan Lucena, um dos parceiros comerciais do filho do presidente, com um carro elétrico avaliado em R$ 90 mil. Um mês após a doação, a empresa se reuniu com Marinho, numa reunião que teve a participação de Jair Renan.

Ao Painel, o advogado da família que representa Jair Renan no caso, Frederick Wassef, envolvido no caso das rachadinhas de Flávio Bolsonaro, comentou que não comentaria atos da investigação em razão do sigilo, mas argumentou que o filho do presidente foi acometido por uma gripe.

“Jair está de cama, sob forte medicação, acometido dessa virose que se espalhou pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Juntei petição com atestado médico e os remédios que ele está tomando”, disse Wassef.

O inquérito sobre Jair Renan tramita na PF do Distrito Federal, que pediu recentemente informações do inquérito das milícias digitais para usar no caso, pois o empresário Allan Lucena, parceiro de Jair Renan, é citado nos dois casos — aparecendo em conversas com o jornalista bolsonarista Oswaldo Eustáquio.

Em outubro, o jornalista Joaquim de Carvalho, do Brasil 247, denunciou que Lucena o intimidou enquanto investigava o caso.

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